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Segunda-feira, Abril 19, 2010
Lembrete: Tatiana Amorim convidou você para entrar no Facebook...
Domingo, Abril 04, 2010
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Segunda-feira, Março 08, 2010
Quero que você entre no Facebook
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Domingo, Setembro 03, 2006
fim dos tempos
Tenho namorada, e fico com meus dois melhores amigos, que também têm namoradas.
A história poderia ter durado mais do que durou (11 meses, aproximadamente), se não fosse pela mínha crise de paixão por minha colega de escola.
Resolvi pôr um fim na história. Terminei o namoro e contei a situação para os outros dois.
Ainda lembro que Dan me deu o maior apoio, apesar de tudo.
Uma cena que não posso deixar de esquecer é quando eu estava na poltrona na casa dele, e ele sentou no braço da poltrona, pôs a minha cabeça em sua perna e ficou lá, me confortando.
Óbvio que não cheguei sequer a ficar com minha colega. Ela nem chegou a saber o que eu sentia por ela.
A falte de coragem me levou ao isolamento total do mundo.
Abandonei o contato com todos os amigos e me tranquei em casa.
Não conseguia pensar em nada e em ninguém. Queria que todos me esquecessem.
Foi nesse período que o complexo de feiúra chegou ao extremo, e eu perdi a vontade absoluta de sair de casa.
Assim acabou a história de traição e falsidade.
Quinta-feira, Julho 20, 2006
um, dois, três, pronto!
Três caras namorando que ficavam.
Esse ainda não era o detalhe que mais assustava. Sim, eu estava ficando com um homem.
Um não, dois!
Isso era extremamente assustador, principalmente porque se tornou um hábito.
Em algumas vezes, desejávamos estar sozinhos para que pudéssemos ficar juntos.
Levou um certo tempo para que eu desencanasse de vez e resolvesse aproveitar por inteiro.
Tenho que admitir que conheci pela primeira vez o ciúme avassalador.
Era horrível estar no grupinho, e Dan com sua namorada no colo.
Mais dele, de Will, nem tanto.
Ainda assim, as coisas foram levadas.
Não sei exatamente se cheguei a gostar dele, ou se era só tesão.
Só sei que ele se divertia com tudo aquilo.
Eu via o ligeiro sorriso dele ao ver minha cara de ódio pela maldita namorada no colo dele. (sim, eu insisto nessa parte, ele gostava de me provocar.)
Tenho que dizer que a partir daí deixei de acreditar nas pessoas.
Ali estavam, na mesma sala, três amigos, e cada um deles com sua namorada.
Sendo que a minha era grande amiga do Dan (foi assim que eu a conheci)
Assim que elas virassem as costas, nos agarraríamos.
A primeira foi.
As outras foram ao shopping.
Pronto, é agora!
Segunda-feira, Julho 17, 2006
Alguém anotou a placa da boca que me atropelou?
Bebi demais, eu sei. Mas não jogo jamais a culpa na bebida, pois eu sabia muito bem o que estava fazendo. Fui impaciente, desconsiderei perigos, pensamentos alheios, mandei todos se foderem e fui feliz! Rá! E como fui!
Estávamos nos encostando desde que chegamos, mas a timidez de ambos não permitia mais do que risadas e troca de olhares furtivas demais.
Lembrava-me sempre que no seu perfil no orkut ele dizia que gostava de mulheres de atitude. Eu pensava que tinha que tomar uma atitude logo.
De repente, não sei em que parte, não sei em que momento, eu simplesmente olhei pra ele e disse:
- Vem cá, deixa eu fazer uma cois...
É, foi assim mesmo. Nem deu tempo de terminar de falar, nem pensar. Grudei meus lábios no dele, nos enlaçamos e começamos a dançar ritmicamente uma dança que eu diria que é a verdadeira dança do acasalamento.
Púbis com púbis, num embalo louco, enquanto bocas se devoravam no entorpecimento da bebida e mãos delineavam o contorno do tronco.
Excitação, desejo, o fôlego já não dava e então parávamos. Mas era o tempo de respirar um pouco, e quando nossos corpos se encostavam novamente, automaticamente nossas bocas se procuravam, voluptosas, loucas, insanas.
A pista estava se tornando desconfortável, então o levei para um canto meticulosamente esquadrinhado por meus olhos enquanto o desejava, e lá continuamos nossa louca “conversa”.
A parede não permitia que meu corpo fugisse a suas investidas contra meu púbis, e em decorrência disso, ele me levantava e abria meus braços, beijava meu pescoço e o chupava, como se quisesse realmente me devorar.
Não sei por quanto tempo ficamos assim, mas sei que depois de tudo isso, voltamos pra pista, nos beijamos mais um pouco e ele foi embora.
E isso eu diria que foi perfeito! Se ele tivesse ficado por mais algum tempo, aquele beijo não seria de forma nenhuma especial. Nem pedi para que ficasse, o acompanhei até a saída, dei outro beijo e boa noite. Literalmente boa noite.
Será que acontece de novo? Torço pra que sim.
Saldo da noite: pescoço extremamente dolorido, monte de Vênus arroxeado e dolorido e VÁRIAS marcas de chupada no pescoço.
Essa vai pra galeria de melhores ficadas, com certeza.
Terça-feira, Julho 11, 2006
Lembro até hoje do horror da minha mãe ao ouvir que eu não iria casar virgem. Eu tinha então 15 anos e era moleca demais pra entender o que dizia, mas sabia que com meu fogo, assim que tivesse a oportunidade, transaria.
Nunca acreditei em príncipes encantados, nem em contos de fadas. Sempre brincava de barbie com idéias sexuais, do tipo ver a bucetinha dela, ou na hora de brincar de papai e mamãe tinha que ter a parte do quarto. Brincadeiras normais de criança, mas nunca exagerei... A descoberta da sexualidade e do tesão foi uma coisa tão gostosa!
Vi meu primeiro vídeo pornô com 6 anos, era um filme europeu e as mulheres tinham as "ditas" muito cabeludas, rs. Lembro de tudo, ficava boba de vê-las fazendo oral, sendo chupadas, mas nunca achei nojento. Afinal, se elas faziam era porque devia ser bom... e como é.
Depois conheci sonhos molhados... a porcaria desse desenho não vi até hoje, mas me intrigava ler a sinopse que dizia que era uma coisa irmão com irmã, eu não entendia aquilo, até um dia que resolvi dar um beijo na boca do meu irmão, q tinha 4 anos... Crianças, rs. Me lembrem de evitar que meus futuros filhos façam isso... rs
E ai eu cresci e virei essa mulher sedenta por sexo! Brincadeira, sempre gostei de sexo, mas acho que mais pelo fato de ser ainda um tabu do que por ser bom mesmo. Loucura isso, né?
Porque sexo, pra ser gostoso, tem que ter vários fatores. Não é só deitar e deixar alguém colocar o "bagulho" lá. É mais do que isso, muito mais, isso não é nada pra falar a verdade...
E é por isso que vou logo falar como foi minha primeira e única experiência de sexo misturado com amor. Ainda não me recuperei dela.


